terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Retrô Agridossiê: Livros de 2014 - Parte 2

Tá acabando! Mas primeiro que o fim de 2014, vamos finalizar nossa lista de retrospectiva de livros!

Peraí, aaaantes, o Agridossiê não pode deixar de agradecer a todos que acompanham o blog e acreditam no nosso projeto! :)
Estamos no começo ainda, e o apoio dos leitores foi fundamental para nos motivas a continuar!
Garantimos que tem muita novidade para 2015! Já estamos com as ideias em andamento, portanto, permaneçam conosco e confiram o que reservamos para nossos leitores queridos!
Já desejamos a todos um Feliz Ano Novo, e, lógico, uma ótima leitura! ;)


Encontrando Deus Em O Hobbit
Autor: Jim Ware
Editora: Vida Melhor S.A
Fãs de Tolkien vão me entender. Estava saindo da Bienal, quando olhei apenas para o nome "Hobbit" e já cai de amores pelo livro. Jim mostra ensinamentos cristãos presentes no clássico do senhor Tolkien.
Assim como Bilbo Bolseiro que saiu de sua zona de conforto e ingressou em uma grande aventura cheia de desafios com um propósito maior, assim é com todos (ou quase todos), nos vemos desafiados a sair de nossa zona de conforto em busca de crescimento ou algo maior a ser alcançado.
Vários trechos de “O Hobbit” são mencionados, e os ensinamentos tirados do livro torna a leitura muito agradável. É uma viagem à Terra Média para mostrar que assim como tinha um plano maior na vida de Bilbo, existem planos maiores para cada um. 
"Nenhuma criança deveria crescer num mundo sem hobbits." 
A Filha Do Capitão
Autor: José Rodrigues Dos Santos
Editora: Record
Comprei esse lindo na Bienal Brasil do Livro e da Literatura que rolou aqui em Brasília.  Fiquei naquela "levo, não levo" e levei. Apenas que é O MELHOR LIVRO QUE EU LI EM 2014. 560 páginas de puro amor. Boatos que eu amei a história por conta de uma fase francesa ai (passou...passou...), mas eu nunca vibrei tanto com um livro.
A história começa a ser narrada na infância e adolescência de Afonso Brandão em Portugal, e de Agnès Chevallier na França. Afonso era de família muito pobre. Com a ajuda de dona Izilda, simplesmente para afastá-lo de sua filha Carolina, foi para o seminário mas não tinha vocação para ser padre. Então, novamente com a ajuda de dona Izilda, foi estudar na Escola do Exército, subindo de posto anos mais tarde. Agnès cresceu em uma cidade no interior da França. Foi para Paris estudar Medicina, onde se casou com um francês (até eu casaria com ele apenas por conta da declaração toda trabalhada no xaveco francês, na página 133, e olha que de conversa mole francesa, eu entendo). Entretanto, logo estoura a Primeira Guerra Mundial, e o resto eu não vou contar. Nem como Agnès e Afonso se apaixonaram loucamente eu não vou contar, só para vocês irem atrás desse livro. Eu já falei que foi o melhor livro que li em 2014?! <3
"Je veux mourir, O ma déesse! En ce beau soir sous ta caresse."
(Eu quero morrer, O minha deusa! Neste lindo anoitecer sob suas carícias.) 
Três Amigas, Todos Os Domingos
Autor: Edward Kelsen Moore
Editora: Rocco
Na verdade, esse livro não é meu (sequestradora de livros das irmãs. Sou dessas). Minha prima comprou para minha irmã no aeroporto, no fim da nossa viagem de férias. (Saudades, Porto!) O título já me chamou atenção, por lembrar muito a amizade entre minhas irmãs e minha prima. E a história do livro é tão divertida e fofa quanto as três. Oooown...
Trata-se de Clarice, Bárbara Jean e Odette, três amigas que se conhecem desde a época da escola, e compartilham as alegrias e tristezas da vida por mais de 40 anos, sempre juntas. Elas vivem o momento mais delicado de suas vidas. Clarice luta para manter o casamento fracassado, Bárbara e suas confusões por conta de um amor da juventude. Odette, a líder do trio, enfrenta um problema de grande proporção, ao mesmo tempo em que descobre um dom herdado da mãe, que inclusive, dá todo um ar misterioso e super divertido à história.
Mesmo diante dos problemas, as amigas não dispensam os encontros de domingo, no mesmo horário, no mesmo restaurante (que é o point do livro) para comerem, fofocar, e terem crises intermináveis de risos seguidos de choro. (Ou seja, minhas irmãs e prima HAHAHAHA). O livro é gostoso de ler, de uma simplicidade enganosa, tema atraente. Não há nada mais sensacional do que amizade que vira irmandade, né?!
"E, para o bem ou para o mal, o som daquela voz sempre me manteve firme em minha posição."
A Queda De Artur
Autor: J.R.R. Tolkien
Editora: WMF Martins Fontes
Primeiramente: J.R.R Tolkien. Um dos melhores escritores de todos os tempos, e o único em meu coração (te amo, Tolkien!).
Só pelo nome do autor, você já sabe que o livro é bom. E sim, ele é perfeito. Mas é bem diferenciado, com uma certa dificuldade de leitura para quem não é acostumado com o vocabulário todo trabalhado no erudito. Impossível não se encantar.
Na primeira parte (escrito pelo senhor Tolkien), ele narra as aventuras do Rei Artur, que foi traído por Modred, que roubou sua coroa e de quebra, levou sua esposa Guinevere e fugiu de Camelot, o amor de Lancelot pela esposa do rei e as batalhas marítimas.
O mais legal da versão brasileira do livro, é que você pode ler o poema tanto em português como em inglês. Lembrando que, o inglês de Tolkien é bem erudito. Já na segunda parte do livro escrito pelo seu filho Christopher, são notas de esclarecimentos, páginas e mais páginas de observações, e informações sobre a construção do poema (como já havia dito, o poema é curto e inacabado.) “A Queda de Artur” é um livro que agrada tanto fãs de Tolkien, quanto apreciadores da antiga Bretanha e da lenda do Rei Artur. Afinal, nem só de Terra Média vivia o pai da fantasia.


Contos Inacabados
Autor: J.R.R Tolkien
Editora: WMF Martins Fontes
O último livro do senhor Tolkien que ainda não havia lido, e uma alma caridosa me presenteou, já ganha várias estrelinhas no quesito capa que é linda (fã é assim mesmo...).
O livro é um conjunto de narrativas esboçadas por Tolkien e publicadas após sua morte, pelo seu filho Christopher. São relatos, correções e complementos das suas obras (O Silmarillion, O Hobbit, O Senhor Dos Anéis).
Conta como foi a jornada de Tuor até sua chegada em Gondolin, a história de Galadriel, mostra a linhagem dos reis de Númenor desde Elros, e outros relatos sobre o Um Anel.
É sem dúvidas, um dos melhores livros de Tolkien, por ter notas explicativas e esclarecedoras de Christopher, principalmente quando se trata de O Silmarillion (tá pra nascer livro mais complicado). O que mais me cativou foi o conto dos filhos de Húrin, meu livro preferido, de uma forma mais completa. O livro não apresenta uma história única, e é um presente para os novos leitores da Terra média. Mas se você ainda não leu nada do senhor Tolkien, não é muito aconselhável que comece por aqui. Fica a dica!
"Não é uma terra que buscam -dizia ela.- Sei o que procuram, mesmo que vocês não lhe pronuciem o nome." 
O Menino Do Pijama Listrado
Autor: John Boyne
Editora: Cia. Das Letras
Já havia assistido ao filme várias vezes, e sempre deixava o livro no fim da lista de leitura. Só me arrependo de não ter colocado na lista de prioridades. John Boyne tratou um assunto tão pesado com uma delicadeza incrível. A capa já diz tudo: simples, mas forte.
O livro tem como cenário a Segunda Guerra Mundial e conta a história de Bruno, um menino de 9 anos, que mudou-se com sua família para um lugar distante de Berlim por conta da promoção do pai, que ocupava um cargo importante no exército de Hitler (no livro, o capiroto...ops! Hitler é mencionado como "Fúria"). Bruno não aceitava a mudança da família, principalmente por estar longe dos amigos. Até que da janela do seu quarto, olha uma cerca, com várias pessoas vestidas com roupas estranhas. Então, começou a sair para "explorar" as proximidades de sua casa. Em uma dessas aventuras, Bruno aproximou-se da cerca do então campo de concentração, e conheceu Shmuel, um garoto judeu. E é bem ai que você tem vontade de entrar no livro e salvar os meninos, ou assistir algo que te faça rir muito logo após a leitura. Ler sobre o nascimento de uma amizade
tão inocente, em meio a algo tão absurdo e cruel como foi o Holocausto, tem sua beleza e reflexão. Recomendo o livro, o filme e recomendo uns lenços, também.
"Você é o meu melhor amigo -disse ele.- Meu melhor amigo par a vida toda." 
E esses foram alguns dos muitos livros que acrescentaram meu ano. 
Podem usar como dicas para leitura, eu deixo!
Queremos saber quais livros marcaram 2014 para vocês, indica pra gente também! 

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Por Rose Monteiro e Agridossiê

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Retrô Agridossiê: Livros de 2014 - Parte 1

Final de ano, shopping cheio, aquele cheiro de pequi exalando na cidade (quem mora nas cidades satélites de Brasília, sabe do que estou falando), especial do Roberto Carlos, música da Simone tocando e tudo quanto é loja (então é nataaaaaaaaaaal...) retrospectiva dos principais acontecimentos nos canais de TV. Sendo assim, vai ter retrospectiva nesse blog, também!
Como a maioria sabe, eu sou a loka dos livros. Moraria em uma livraria fácil. Aquele cheirinho de livro novo... <3 Dos últimos anos, 2014 foi sem dúvida, o ano que mais li, mais comprei livros, ganhei livros (por favor, não me desejem só Feliz Natal, podem me dar livros!!) e só não li mais, porque a miopia imitou a zueira, e ficou sem limites (17 graus, está bom para vocês?!)
Teve leitura sobre o que aconteceu noventa anos antes da guerra dos tronos, até romance de John Green. Siim!! Porque não interessa se o livro é do autor modinha ou do autor que todos se orgulham de ter a coleção do mesmo. Quando a história cativa, prende, te faz viajar, já valeu a pena mergulhar no mundo que o autor ofereceu.
Para encurtar a prosa, resolvi fazer uma retrô dos livros que li. Como não foram poucos, escolhi os que mais me marcaram nesse ano maroto.
A lista está dividida em duas partes, são 12 livros, dá pra ler um por mês :)
Vamos lá?!

Série Hush Hush
Autora: Becca Fitzpatrick
Editora: Intrínseca
Comecei a ler o primeiro livro da série meio que por acaso, garimpando livros na estante da irmã. E não parei mais. Literalmente falando, porque a série é composta por quatro livros: Sussuro, Crescendo, Silêncio e Finale (este ainda não li). Há quem diga que essa série lembra muito uma certa história envolvendo vampiros, maaaas eu garanto que Hush Hush é bem melhor (fãs de Crepúsculo, não julguem!)
A história é narrada pela própria protagonista. Nora Grey (não tem nada a ver com aquele Grey) é uma jovem estudante, muito estudiosa e responsável. Mas sua vida começa a mudar com a chegada de Patch, um aluno misterioso que até então, Nora não consegue entender como ele pode saber tanto sobre a vida dela. Os dois começam a se envolver, e Nora descobre que Patch é um anjo (pela descrição de Nora, certeza que Patch era um anjo magya). E como tudo que está ruim pode piorar, ela descobre que ele era um anjo caído que cobiçava a vida humana, ou seja, aparentemente ele queria matá-la. Mas nessa altura do campeonato, Patch já estava apaixonado por Norah e uma série de acontecimentos, perseguições, penas voando pra todo lado, salvaram-se todos, até ler o segundo e o terceiro livro, e perceber que Norah sofre mais que mocinha de novela mexicana. Tem final feliz? Quando eu ler o quarto livro, eu conto.
"Estar perto de você, da forma que for, é melhor que nada." (Crescendo)
O Guardião De Mémórias
Autora: Kim Edwards
Editora: Sextante
Outro livro que sequestrei da irmã (te amo, irmã!). Ficou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do New York Times e virou telefilme. Sussa!
Resumindo: Norah e David formam um casal lindo, casados há poucos anos e esperam seu primeiro filho. Norah entra em trabalho de parto e, por conta da forte nevasca e da ausência do outro médico, David, que é cirurgião ortopedista, realizou o parto com a ajuda da enfermeira Caroline. Logo após o nascimento do menino, David descobriu que Norah estava grávida de gêmeos. Então, a menina nasceu bem menor e com a saúde muito frágil.  David percebeu de imediato que se tratava da síndrome de Down. Preocupado com a reação da esposa e com todos os problemas que a criança poderia ter e trazer para o casal, David pediu à Caroline que a levasse para uma instituição. Mas, a enfermeira decide sair da cidade e criar Phoebe como sua filha, enquanto a vida de David e Norah segue sendo destruída por conta da perda e do arrependimento. Uma leitura envolvente, do início ao fim. Recomendo e muito.

A Menina Que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Quando assisti ao filme, meu interesse pelo livro só aumentou. Motivo: a narrativa da morte. Em várias partes do livro, ela conversa com o leitor, mostra ter sentimentos. O foco da morte é Liesel Meminger, ela narra os quatro anos que esteve "de olho" na menina. Liesel faz uma viagem de trem com sua mãe que era comunista e estava fugindo do nazismo, e seu irmão, quando se depara com a morte, ao perceber que ele está morto. No enterro, Liesel rouba o livro do coveiro (o primeiro roubo).
Em um subúrbio pobre da Alemanha, um casal já a esperava para adotá-la por dinheiro. Hans (o pai adotivo) e Liesel, criam um laço de afeição imediato, e ele ensina a menina a ler. Liesel constrói uma grande amizade com o garoto Rudy, é obrigada a participar da Juventude Hitlerista, acolhe um judeu em casa com sua família, e para ajudar o amigo a se salvar da morte, começa a roubar livros na casa do prefeito.A cidade de Molching é bombardeada, e Liesel encara a morte mais uma vez.
Apesar da história se passar durante a Segunda Guerra Mundial, no auge do Nazismo, Zusak soube colocar romantismo e chamar atenção para a importância da leitura, do poder das palavras. Ter como narradora, algo tão assustador, e ainda assim ser tão delicada. Sou fã dessa obra.

O Cavaleiro Dos Sete Reinos
Autor: George R.R. Martin
Editora: Leya
Aaaaaah, tio Martin, esse senhor psicopata tão amado! Pode demorar séculos para escrever, porque quando o livro desse lindo é lançado, leitura boa na certa!
A saga de Dunk e Egg se passa noventa anos antes da treta dos tronos, quando a dinastia Targaryen vive seu auge, e os Sete Reinos atravessam um tempo de paz. Sim! Isso já foi possível naquelas quebradas.
Dunk tinha uma vida lazarenta na Baixada das Pulgas, então tornou-se escudeiro de um cavaleiro andarilho. Anos depois, com a morte de Sor Arlan, Dunk decide seguir os passos do seu senhor, e virar um cavaleiro no torneio de Campina de Vaufreixo. Dunk conhece Egg, uma criança que insiste em ser seu escudeiro. Os dois se tornam amigos e chegam a assumir lugares importantes. São três contos excelentes, bem escritos, digno de Martin.
Precisa ter lido “As Crônicas de Gelo e Fogo” para entender o livro? Não. Ao contrário, é um prato cheio para quem acabou de vender a alma ao diabo..ops! para as leituras de tio Martin. E um bom sossego para quem andava com saudades de Westeros, já que sabe lá quando o sexto livro das "Crônicas" será lançado. #Oremos

A Culpa É Das Estrelas
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
John Green, muitos o chamam de "o autor modinha" do momento. Basta ir a qualquer livraria e ver pilhas de livros do moço. Tá, eu tinha uma certa resistência quanto aos livros do John. Até que, vi minha sobrinha nadando em lágrimas por um tal livro da capa azul. Decidi comprar e ver o que diabos esse livro tinha a ponto de fazer uma menina de 13 anos se emocionar tanto. Descobri a partir da página 17 (lógico que eu suei pelos olhos, né).
A história é de Hazel Grace, uma paciente com câncer em estágio terminal. Ela conheceu Augustus Waters (Gus para os íntimos), ex-jogador de basquete que perdeu a perna para um osteosarcoma. Os dois começam a alimentar uma forte paixão, compartilhando suas vidas, inclusive o desejo de Hazel em descobrir o final do seu livro favorito "Uma Aflição Imperial" já que o autor Peter Van Houten, o encerrou no meio de uma frase. Gus apelou para os "Gênios" e o casal seguiu para Amsterdam (aaaai, Amsterdam <3) encontrar Peter para que ele contasse o final do seu livro. E aí, meus queridos, haja lenço para ler o desfecho dessa história. O livro é carregado de emoção, narrativa sensacional, envolvente, frases que fazem você refletir, pegar o livro e não conseguir parar de ler. Se eu virei leitora do Green? Atenção para o próximo livro.
"A dor precisa ser sentida."
O Teorema Katherine
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Assim que terminei “A Culpa É Das Estrelas” me interessei por outro livro do John Green: "O Teorema Katherine". Li a sinopse e já me identifiquei (eu tenho problemas seríssimos quando se trata de Henriques e sempre quis achar uma teoria quanto a isso) Achei!
Colin, um nerd viciado em anagramas, namorou 19 Katherines, e TODOS os relacionamentos com as tais, terminavam do mesmo jeito: com um belo pé na bunda. Se não tá fácil pra você, imagine levar foras de 19 Khaterines, né?! O último namoro foi o mais traumatizante para Colin. Hassan, seu melhor amigo, o convida para uma aventura de carro para tentar esquecer Katherine. Colin teve a ideia que eu já tinha há muito tempo: comprovar o teorema da previsibilidade das Katherines, que consiste em antever o desfecho de qualquer relacionamento. Mais conhecido como "corre-que-é-cilada". Mas, como nem tudo são Katherines, nessa viagem Colin muda os ares e conhece alguém. Se foi outra Katherine ou não, corra para uma livraria mais próxima de você! (quero cachê pela propaganda, Seu Green!)
"É possível amar muito alguém, ele pensou. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela."

E aí, quais livros marcaram suas vidas em 2014? Conta pra gente nos comentários!
Continuem acompanhando o blog e aguardem a Parte 2 da lista de retrospectiva literária!

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Por Rose Monteiro/Agridossiê

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Pipoca & Manteiga: Como sobreviver a um psicopata em filmes de Terror

Vocês provavelmente conhecem os clichês de filmes de terror com serial killers sagazes. Portanto, para não fazer uma lista clichê sobre os clichês de filmes de terror, formulei um “Manual de Sobrevivência” contra esses psicopatas humanóides. Isso mesmo, se você notou um vento estranho, um sibilar mórbido da vegetação local, um silêncio taciturno, prepare-se para pôr em prática as lições que vos transmitirei.
1. Não perca tempo com o celular. Ele estará sem sinal, sem bateria, sem 3g, sem utilidade. Morreu antes de você.
Telefone mudo não pode chamar
2. Vista uma regata branca! Quando o alarido tomar força total, vista o manto sagrado, suas chances de sobreviver aumentam.
Obs: Tal regra não garante o mesmo efeito para os homens, pode ajudar caso ele seja o interesse romântico da usuária de regata branca. 
Ace todo branco fosse assim...
3. Não grite enquanto foge!!! Se quiser indicar onde está pendure um chocalho no pescoço e poupe sua voz. Grito não espanta nem mata, só atrai. Você é a Sindel? Não? Então ssssshhhiu!
Adivinha quem não sobreviveu?
É, ela pode
4. Não seja curioso! A curiosidade matou o gato e outras milhares de pessoas em filmes de terror...! Você não é detetive, e sim uma presa.
Qual o propósito de perguntar 'quem está aí?' 'tem alguém?' 'Fulano, é você?', porque é óbvio que você não estará preparado para a resposta! Imagine: ‘Oi, é o Jason!'. E prin-ci-pal-men-te: nunca vá inspecionar lugares escuros sem estar armado até os dentes! De preferência mantenha uma bazuca por perto. O valentão vai, e o corpo fica. Ê, parabéns, aqui jaz um valentão.
É um pá pá pá, é dois pá pá pá...
5. No sex, no dead. Sexo é sentença de morte! Fodeu, morreu!
Love huuuuuurts
6. Não se livrem de suas armas! Sério, você tá sendo perseguido por uma abominação das trevas carregando facões, machados, serras elétricas, garras, forças sobrenaturais de um acidente radioativo e quer enfrentar essa merda toda contando com a sorte? Não é Disney caro mancebo.  
Pode vir quente
7. Se o assassino estiver no chão inconsciente e vulnerável, aproveite e “finish him” com firmeza e garantias! Nada de olhar para a criatura e filosofar como a infância deve ter sido difícil, xingar, pensar em frase de efeito, ter um facão na mão e arranhar o cotovelo dele...! Relembrem os games de Zumbis e a Rainha de Copas: cortem-lhe a cabeça! Reforcem a segurança dando um tiro em cada pé e um soco no gogó!
Sem dó
8. Atalhos são caminhos mais curtos... para o cemitério! Trajetos longos são seguros. Gaste mais tempo e gasolina e salve sua vida! (pode até virar slogan, anota aí Petrobras...!). Ah, e aquele posto de gasolina abandonado no meio do nada? Com um “frentista” nauseabundo mastigando matinho? Desconfie. Desconfie muitooo! Esse cara provavelmente sabe das tramóias macabras que rolam na região, ou pior, faz parte delas.
Highwall to hell 
9. Carros não são bons aliados. Podem até ser nos últimos 3 minutos do gran finale, mas antes disso, são oásis. Nunca funcionam! “Mas eu fiz revisão sáporra ontem pra embarcar nessa aventura!” e, não, não engata! Conselho: tenha no porta malas um patins, patinete, bicicleta portátil, skate, não importa, algo com rodas e que potencialize sua mobilidade! Ah, e uma bazuca. E se a caranga funcionar, S-E-M-P-R-E confira o banco de trás antes de incorporar o piloto de fuga.
Obs: Chaves são extremos: ou não tem, ooou tem duzentas delas penduradas se debatendo para atrapalhar ainda mais! Pare de tremer e faça suas escolhas com precisão.
Aprenderam uma ou duas coisas com Christine
10. Se você perder uma unha ou um dedo, sinta a dor do mundo mas não desanime! É um forte indício que você sobreviverá!
- Mas dói demaaais! - Aguente firme.
Sally comprova esse dado*

 * A atriz Marilyn Burns que interpreta a Sally em 'O Massacre da Serra Elétrica', de 1974 realmente perdeu o dedo na cena do jantar! Fica a dica. 

11. Você mocinha (válido para os rapazes pomposos também), evite o papel de gazela-no-bosque-encantado e não caia como uma jaca madura durante a fuga! (isso é irritante!! A pessoa não cai num piso molhado em show open bar mas cai quando precisa salvar sua vida!). O príncipe do cavalo branco não aparecerá, e sim um cavaleiro do apocalipse. Também não perca tempo olhando para trás...só corra, Lola, corra! Ou corra, Forrest, corra!
Perna foi feita pá corrê
12. Evite a fadiga correndo como um puma para terras longínquas do oeste e acabar em outro local fechado! Seja mais estratégico que veloz, porque por mais que você alcance 200km/h, o vilão sem uma perna e cego de um olho, estará na sua frente. Corra, mas mantenha a mente mais rápida que suas pernas.
Keep calm & think first
BÔNUS: o manual para sobreviver à criaturas sobrenaturais exige outros comportamentos, mas posso adiantar que caso seu algoz seja um espírito, alma, ou seja-lá-o-que do além, descubra a história por trás de tanto rancor e desejo assassino do Gasparzinho rebelde. É tudo crise existencial pra você encontrar o corpo, ou ter sua morte cruel e injusta revelada. Eles agradecem e vão encontrar o Sam no outro lado da vida.
All we need is love
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Por Naara Morato/Agridossiê

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

And The "Hobbit" goes to...

Rolou o 1º sorteio do Agridossiê!!
Já temos o nome da pessoa felizarda que leva pra casa os presentes da promoção "O Hobbit"!
Parabéns!
Agradecemos a todos que participaram! 
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Por Equipe Agridossiê

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Vamos falar sério: Feminicídio

Hoje é uma data importante para o Agridossiê se pronunciar.
Em 1999 a ONU declarou o dia 25 de Novembro como o "Dia Internacional do Combate à Violência contra a Mulher". E em respeito e apoio à essa luta, vamos não só falar, mas informar e alertar sobre essa mácula que permanece rondando nossa sociedade.
Não fique em silêncio.
A maior expressão da violência contra as mulheres é o óbito. O machismo mata. E essa barbárie tem nome próprio: feminicídio. Embora existam discussões sobre a diferença entre “feminicídio” e “femicídio”, de modo geral entende-se que ambos os termos se referem a mesma situação, o genocídio de mulheres por simplesmente, serem mulheres.
Não ignorem esse fato
A ONU Mulheres emitiu protocolo recente exigindo leis mais rigorosas para tratar do feminicídio na América Latina, e recomendou a inclusão legislativa da tipificação do homicídio por motivo de gênero, com uma ressalva de atenção para os países da América Latina.

No “Mapa da Violência” divulgado em 2012 pela Cebela-FLACSO (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), o Brasil ocupa a vergonhosa 7º posição em um ranking de 84 países pesquisados. À frente do Brasil está El Salvador, Trinidad e Tobago, Guatemala, Rússia (!), Colômbia e Belize. Sabe o que essa posição quer dizer? Uma mulher é morta a cada duas horas no nosso país! Ah, e fica pior! Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em balanço divulgado em 2013, a média dos homicídios é de uma morte a cada hora e meia. Oh pátria amada, Salve Salve!!
O mesmo estudo aponta que na maior parte das ocorrências os agressores são homens que tem ou já tiveram relação íntima e afetiva com a vítima, e que o local recorrente das agressões é a própria residência (caso queira conferir as planilhas e o estudo completo, acesse o site clicando aqui.)

Os feminicídios íntimos costumam estar associados a uma (des)construção de violência contínua, como abusos, ameaças, perseguições, torturas, agressões físicas e psicológicas, até culminarem no resultado fatal.

Esse fenômeno também se manifesta com outras facetas: estupro, assédio e violência sexual, mutilação genital, escravidão e exploração sexual, criminalização do aborto, cerceamento de métodos contraceptivos, violência obstétrica, submissão à meio cruel ou degradante.

O genocídio de mulheres existe e deve ser considerado como uma demanda indispensável de proteção dos direitos humanos femininos. A Costa Rica foi o primeiro país latino-americano a penalizar o feminicídio, e aos poucos, mas com certa lentidão devido a gravidade e urgência do problema, mais países estão reformando seus Códigos Penais ou promulgando leis específicas para conferir punição mais rigorosa para o homicídio de gênero.

No Brasil o Projeto de Lei do Senado nº 292 de 2013 (PLS 292/2013) que tem a senadora Ana Rita como relatora, é o mais concreto que temos até então em favor dessa luta.  (Leia aqui o projeto na íntegra). A proposta é inserir no Código Penal a figura do feminicídio como qualificadora do crime de homicídio (artigo 121), e, portanto, aumento da pena aplicável (a prisão de 6 a 20 anos, passaria, nesses casos, para 12 a 30 anos).

Nas palavras da senadora “É importante nominar como feminicídio a morte de mulheres em razão de gênero. Com isso, chama-se a atenção da sociedade para um crime com um nítido recorte de gênero”, ou seja, a lei não tem caráter preventivo. Ter o feminicídio representado na legislação de um país não significa que a solução foi alcançada, a exemplo da Colômbia que reformou seu Código Penal em 2008 para constar crimes contra a mulher como agravante, mas que ocupa a 5ª posição no ranking do Mapa da Violência. A lei deve ser encarada como um catalizador para propulsionar mudanças na sociedade, não como um instrumento jurídico pairando na atmosfera.

A vantagem de ter o feminicídio no Código Penal é a obrigatoriedade implícita de ser conhecido e estudado, até mesmo pelos estudantes de Direito nas faculdades, por exemplo. Entretanto, implica em uma definição do delito mais reduzida. Já a formulação de uma lei específica permite esmiuçar as propriedades do assunto, evitando lacunas ou generalidades para sua aplicação. Em contrapartida, seu conhecimento atinge um público menor, que teria contato com a lei por motivações de interesse pessoal ou pela causa, ficando a parte aqueles que visualizam a “violência” pelo catalogado no Código Penal, e não o consagrado em maior amplitude pelos direitos humanos. Mas pode funcionar, tá aí a Maria da Penha de exemplo. O que não se discute é que seja em forma de artigo ou lei, deve ter.

A lei fica encalhada se a sociedade não alterar seu estado de consciência. A tríade inimiga da vida das mulheres “Virgindade-Castidade-Fidelidade” vira cinzas de um passado distante se não encontrar aliados para compactuarem com esse estigma. A ruptura com o patriarcado e com o exercício de poder e dominação sobre as mulheres é a real conquista de uma sociedade justa.

Respeito ao Próximo é o nome e sobrenome de quem poderia salvar Mércia Nakashima, Eliza Samudio, Eloá Pimentel, Rosa Elvira Cely (colombiana brutalmente violentada e que dá o nome do novo projeto de lei para feminicídio no país), Sandra Gomide, sua vizinha, aquela colega da época de escola, a mãe no noticiário, e tantas outras mulheres que perdemos para a tríade “Intolerância-Machismo-Impunidade”.
Liberdade e dignidade para tod@s

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Por Naara Morato/Agridossiê

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Música e Censura na Ditadura Militar Brasileira

Em 1964, a política brasileira sofreu um golpe de estado. O regime militar foi marcado por atos institucionais, perseguição, censura, a total falta de democracia e repressão àqueles que ousavam a ser contrários ao regime. As consequências dos 21 anos de chumbo foram as mais negativas possíveis. Corrupção, desigualdade, arrocho salarial, violação dos direitos humanos, tortura, assassinatos e desaparecimentos de milhares de pessoas. Até hoje, muitos não foram encontrados.

Mas vamos ao ponto da nossa prosa de hoje: a censura da arte. Melhor, da música. No final dos anos 60, a música popular brasileira tornou-se a voz do povo. Era um dos artifícios para os músicos e, consequentemente, do povo se expressarem.  As letras questionavam a situação pela qual o país estava passando e mostravam o que o governo estava fazendo. Isso incomodou e muito os militares.

Em 13 de dezembro de 1968, foi promulgado o AI-5, a fase mais sombria do regime no país, que censurou qualquer manifestação sobre assunto de natureza política. A MPB sofreu várias amputações em suas letras, quando não eram totalmente vetadas.
Afasta de mim esse cálice
A Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP) foi criada para garantir a censura da arte. Nessa censura prévia, podiam vetar por questões políticas, para "proteger" a integridade da moral e bons costumes, ou simplesmente porque não entendiam o que o autor da música quis dizer em sua letra. Simples assim. (Imaginem se eles ouvissem as letras das músicas de hoje, hein?!). Vários cantores eram vistos como inimigos da ditadura militar. Sofreram perseguição política e foram exilados.

Os perseguidos
Geraldo Vandré era um cantor e autor de grandes sucessos naquela época. A canção "Para não dizer que não falei das flores" tornou-se um hino contra o regime opressor.

Por conta da censura implantada pelo AI-5, Geraldo foi obrigado a exilar-se. Fugiu para o Chile. Logo em seguida foi para Alemanha e França. Em 1973, retornou ao Brasil, sendo severamente vigiado pelos militares, e se afastou da vida artística.  

Com Geraldo Vandré totalmente silenciado pelos militares, o inimigo da vez era Chico Buarque de Hollanda. Durante o período da censura no regime militar, Chico foi o compositor e cantor mais censurado, tanto nas canções de protesto, quanto nas que feriam os costumes morais da época. Ficou exilado na Itália por 4 anos. Depois do seu retorno ao Brasil, continuou sendo perseguido pela censura do regime militar.

Em 1970, ele escreveu a canção "Apesar de você" (que letra sensacional!) e a enviou para aprovação da censura, na certeza que seria vetada. Mas, para a surpresa geral, a música foi aprovada e virou um sucesso instantâneo. Já havia vendido mais de 100 mil cópias, quando um jornal noticiou que a letra era um protesto gritante contra o Presidente Médici. O exército, então, invadiu a fábrica da Philips, destruindo todos os discos. Só esqueceram-se de um detalhe: destruir a matriz. Gênios! (Graças ao ser supremo! Porque repito, é uma das letras mais incríveis que já vi.) 


Tropicália
O Tropicalismo foi um movimento cultural de grande importância, principalmente dentro da música. Seu fim foi marcado pelo episódio da bandeira nacional durante o último show dos Mutantes. Segundo os militares, a bandeira foi gravemente desrespeitada por Caetano Veloso e Gilberto Gil. Ainda alegaram que Caetano teria ofendido as Forças Armadas ao cantar o Hino Nacional. Isso foi mais que o suficiente para o regime militar suspender a apresentação e prender os dois cantores.
Moro num país tropical...
Caetano e Gil foram presos e exilados em Londres de 1969 até 1972, quando retornaram ao Brasil, e claro, foram perseguidos pela censura e o regime opressor. 
     
1973.  Manifestações estudantis cada vez mais violentas, devido aos desaparecimentos políticos, e a censura na música se tornava mais severa. Milton Nascimento teve seu disco "Milagre de Peixes" mutilado pela censura. Nesse mesmo ano a banda Secos & Molhados estourou nas paradas de sucesso. Ney Matogrosso, um dos componentes do grupo, foi duramente criticado por conta das suas roupas, seu timbre de voz diferente e seu rebolado. A censura alegou que seu estilo ia contra a moral e os bons costumes e proibiu que as câmeras da televisão focassem o cantor de perto (só eu vi um preconceito ai?).
Meu sangue latiiii-nooo
Gal Costa teve a capa do seu disco "Índia" censurada por ter um close frontal da cantora vestida com uma tanga minúscula, e na contracapa fotografias da mesma mostrando os seios. Raul Seixas teve 18 músicas vetadas pela censura.
Índia, a sua imagem sempre comigo vai.
Adoniran Barbosa lançou um álbum em 1973 com canções gravadas na década de 50. Teve 5 canções vetadas. Uma delas, "Tiro ao álvaro" , foi vetada porque a “falta de bom gosto” impedia a liberação da letra. Teria que virar "Tiro ao alvo". A ignorância e a falta de preparo e sensibilidade de entender um trocadilho em uma música reinavam na época.
Documento da época
Grandes nomes da MPB tiveram suas obras vetadas pelos censores. Toquinho, Tom Zé, Os Mutantes, Vinícius de Moraes, Elis Regina, Paulinho da Viola, Belchior e outros tantos, sofreram com um regime autoritário, repressivo e sim, preconceituoso. A censura passou a ser de uma total incoerência, uma perseguição doentia, sem razão e ideologia.

No último governo militar (João Figueiredo), a censura foi mais branda e menos exigente, sendo assim, as obras já eram liberadas com maior facilidade. O Brasil só se viu livre da ditadura militar em 1985. Em 1988 a Constituição Federal, votada pela a Assembleia Constituinte, extinguiu o regime militar no Brasil, aprovando a liberdade intelectual e de expressão.

O regime militar foi um período obscuro, de um passado recente e com uma história que precisa ser passada a limpo, para que nunca mais vivamos esse terror novamente. 
Viva! Viva!

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Por Rose Monteiro/Agridossiê